Identificar um calçado de segurança não é apenas olhar se ele parece resistente. Um EPI correto precisa ter Certificado de Aprovação, marcações técnicas, siglas de proteção compatíveis com o risco da atividade e construção adequada para o ambiente de trabalho.
Para empresas, técnicos de segurança, compradores e usuários finais, essa verificação evita três problemas comuns: compra de EPI incompatível, exposição do trabalhador a riscos reais e passivos por fornecimento inadequado.
Neste guia, você vai entender como identificar um calçado de segurança pelo CA, pelas siglas normativas, pelo tipo de biqueira, pelo solado, pela rastreabilidade e pelos sinais de desgaste. Ao final, você terá um checklist prático para validar o EPI antes da compra, do fornecimento ou do uso.
Como identificar um calçado de segurança de forma rápida?
Para identificar um calçado de segurança, verifique se ele possui CA válido, marcações permanentes no produto, siglas de proteção compatíveis com o risco da atividade, biqueira adequada, solado correto e informações de rastreabilidade como fabricante, lote, referência e data de fabricação.
Na prática, observe estes pontos:
- Número do CA e possibilidade de consulta no sistema do MTE.
- Nome do fabricante ou identificação da marca.
- Siglas de proteção, como SB, P, A, E, FO, SRC, HRO, WRU, WR, M, AN ou CR.
- Compatibilidade entre o modelo e o risco ocupacional.
- Tipo de biqueira, palmilha, solado, cabedal e fechamento.
- Manual de instruções e recomendações de conservação.
- Estado físico do EPI, principalmente solado, costuras, cabedal e região da biqueira.
Se algum desses itens estiver ausente, ilegível ou incompatível com a atividade, o calçado precisa ser avaliado com mais critério antes de ser comprado ou entregue ao trabalhador.
Por que a identificação correta do calçado de segurança importa?
O calçado de segurança protege os pés contra riscos que podem causar afastamentos, acidentes graves e perda de produtividade. Entre os principais riscos estão:
- Impactos por queda de objetos sobre os dedos.
- Perfurações por pregos, arames, sucatas e objetos pontiagudos.
- Escorregamentos em pisos molhados, lisos ou oleosos.
- Contato com calor, frio, umidade ou produtos químicos.
- Riscos elétricos, quando o trabalhador atua em instalações específicas.
- Cortes, abrasões e batidas laterais.
- Impactos na região do metatarso.
O erro mais comum é escolher o calçado apenas pelo preço ou pelo visual. Essa decisão pode sair cara. Um modelo sem a proteção necessária pode falhar justamente no momento crítico.
Por outro lado, um calçado superdimensionado para uma atividade simples também pode gerar desconforto, baixa adesão ao uso e custo desnecessário. A escolha correta equilibra proteção, conforto, durabilidade e conformidade legal.
Primeiro passo: identifique os riscos da atividade
Antes de olhar modelo, cor ou preço, avalie o ambiente de trabalho. O calçado precisa responder ao risco real da função.
Veja exemplos práticos:
| Ambiente ou atividade | Risco principal | Proteção que deve ser avaliada |
| Construção civil | Impacto, perfuração e escorregamento | SB, P, SRC, biqueira resistente e solado robusto |
| Logística | Escorregamento, impacto leve e longas jornadas | SB, E, SRC, solado confortável e boa absorção |
| Frigoríficos | Frio, umidade e piso escorregadio | CI, WR ou WRU, SRC e forração térmica |
| Metalurgia e soldagem | Calor por contato, impacto e faíscas | HI, HRO, SB, M e solado resistente |
| Elétrica | Choque elétrico em ambiente seco | SI ou OI. Calçado isolante conforme aplicação. |
| Química e petroquímica | Agentes químicos, óleos e risco eletrostático | FO, A, WRU, solado apropriado e cabedal resistente |
| Agricultura e campo | Umidade, cortes, impacto e terrenos irregulares | WRU, CR, P, SRC e cano adequado |
A análise deve ser feita por profissional habilitado, como técnico ou engenheiro de segurança do trabalho. O comprador pode conhecer as siglas, mas a definição final precisa considerar o PGR, a exposição real e as condições de uso.
Verifique o Certificado de Aprovação do EPI

O CA é um dos principais pontos para identificar se o calçado pode ser tratado como EPI. Ele comprova que o equipamento passou por avaliação técnica e atende aos requisitos aplicáveis.
Ao verificar o CA, observe:
- Número do Certificado de Aprovação.
- Nome do fabricante.
- Tipo de EPI aprovado.
- Descrição do modelo.
- Proteções indicadas no certificado.
- Validade do certificado.
- Restrições de uso, quando houver.
Um erro frequente é olhar apenas se existe um número de CA. Isso não basta. O CA precisa corresponder ao modelo real do calçado e à proteção exigida para a atividade.
Por exemplo, um calçado ocupacional pode ter CA, mas não ser indicado para queda de objetos pesados sobre os dedos. Nesse caso, se a função exige biqueira de segurança, o modelo precisa ser de segurança, não apenas ocupacional.
CA válido significa que o calçado nunca vence?
Não. A validade do CA e a vida útil do calçado são conceitos diferentes.
O CA é a validade documental para comercialização e comprovação técnica do EPI. Já a durabilidade do calçado depende de uso, conservação, armazenamento, tipo de ambiente, intensidade da jornada e estado físico do produto.
Depois da aquisição, a empresa deve observar as orientações do fabricante sobre armazenamento, inspeção, validade de uso e substituição.
Entenda as siglas do calçado de segurança
As siglas gravadas no calçado indicam quais proteções o modelo oferece. Elas ajudam o comprador, o técnico de segurança e o usuário a confirmar se o EPI atende ao risco previsto.
| Sigla | O que indica | Quando observar |
| OB | Calçado ocupacional básico, sem biqueira de segurança | Áreas sem risco de impacto nos dedos |
| PB | Calçado de proteção básico | Riscos intermediários de impacto |
| SB | Calçado de segurança básico, com biqueira resistente a impacto de 200 J | Ambientes com risco de queda de objetos nos pés |
| SRA | Resistência ao escorregamento em piso cerâmico com solução detergente | Pisos molhados ou com limpeza frequente |
| SRB | Resistência ao escorregamento em piso de aço com glicerina | Ambientes com graxa, óleo ou superfícies lisas |
| SRC | Combinação dos ensaios SRA e SRB | Ambientes com maior risco de escorregamento |
| P | Palmilha resistente à perfuração | Obras, manutenção, sucata, metalurgia e áreas com objetos pontiagudos |
| A | Propriedade antiestática | Eletrônica, petroquímica, logística e áreas com risco eletrostático |
| E | Absorção de energia no calcanhar | Jornadas longas e atividades com muito deslocamento |
| FO | Solado resistente a óleo combustível | Oficinas, indústria, manutenção e ambientes com óleo |
| HRO | Solado resistente ao calor por contato | Soldagem, siderurgia, metalurgia e áreas aquecidas |
| CI | Isolamento contra frio | Câmaras frias e frigoríficos |
| HI | Isolamento contra calor | Ambientes com alta temperatura |
| WRU | Cabedal resistente à penetração e absorção de água | Umidade, respingos e áreas externas |
| WR | Calçado completo resistente à água | Ambientes com presença constante de água |
| M | Proteção de metatarso | Mineração, siderurgia, logística pesada e construção |
| AN | Proteção de tornozelo | Locais com risco de batida lateral ou instabilidade |
| CR | Resistência ao corte | Atividades com lâminas, facões, chapas ou vidro |
Essas siglas não devem ser vistas como detalhe técnico secundário. Elas são a linguagem do EPI. Um calçado com SB protege contra impacto nos dedos, mas isso não significa automaticamente que ele tenha palmilha antiperfuro, resistência ao calor ou proteção de metatarso.
Diferença entre calçado ocupacional, de proteção e de segurança
Muita gente usa os termos como se fossem iguais, mas eles indicam níveis diferentes de proteção.
Calçado ocupacional
É indicado para riscos leves. Não possui biqueira de segurança contra impacto pesado. Pode ser usado em áreas administrativas, serviços leves ou ambientes onde não existe risco de queda de objetos sobre os dedos.
Calçado de proteção
Possui proteção intermediária. A biqueira resiste a impacto menor que a de um calçado de segurança (100J). É menos comum em alguns segmentos, já que muitas empresas preferem especificar diretamente o calçado de segurança quando há risco relevante.
Calçado de segurança
É o modelo indicado para riscos mais severos. Possui biqueira de segurança com resistência a impacto de 200 J e compressão, além de poder receber proteções adicionais conforme a atividade.
A diferença mais importante é simples: se existe risco real de queda de objetos pesados sobre os dedos, a empresa deve avaliar calçado de segurança com biqueira apropriada.
Examine as marcações e a rastreabilidade do produto
Um calçado de segurança confiável precisa permitir identificação técnica. Procure marcações como:
- Número do CA.
- Fabricante.
- Referência do modelo.
- Data ou lote de fabricação.
- Siglas de proteção.
- Identificação permanente no solado, etiqueta ou região indicada pelo fabricante.
Essas marcações ajudam em auditorias, inspeções internas, compras recorrentes, relatos de campo e investigação de falhas. Também evitam confusão entre modelos parecidos, mas com proteções diferentes.
Na Safetline, a rastreabilidade é tratada como diferencial técnico. O objetivo é permitir que o produto seja identificado, analisado e vinculado ao seu histórico de fabricação. Isso aumenta a confiança do comprador e facilita suporte técnico quando a empresa precisa comprovar conformidade.
Avalie a biqueira: aço, composite ou PVC
A biqueira é uma das partes mais importantes do calçado quando existe risco de impacto nos dedos.
Biqueira de aço
É tradicional, robusta e indicada para ambientes industriais com risco mecânico. Oferece alta resistência a impacto e compressão, mas adiciona mais peso ao calçado.
Biqueira de composite
É uma alternativa moderna e mais leve. Como é fabricada com material não metálico, pode ser indicada para ambientes nos quais leveza, conforto e ausência de componentes metálicos são importantes.
Biqueira de PVC
É usada em modelos que não precisam proteger contra quedas de objetos pesados. Pode ser útil em contextos específicos, mas não substitui biqueira de segurança quando o risco exige proteção contra impacto severo.
A escolha correta depende do ambiente. Não existe biqueira melhor para todos os casos. Existe biqueira adequada para o risco certo.
Verifique a palmilha de proteção contra perfuração
Se o trabalhador atua em locais com pregos, arames, sucatas, cavacos, vidros ou objetos cortantes no chão, a palmilha antiperfuro é essencial.
As opções mais comuns são:
- Palmilha de aço: tradicional, resistente e muito usada em áreas industriais.
- Palmilha de aramida: leve, flexível e com alta resistência à perfuração.
A palmilha de proteção deve constar nas características do modelo e nas siglas correspondentes. Não assuma que todo calçado de segurança possui proteção contra perfuração. A sigla P precisa ser verificada.
Observe o solado: aderência, material e ambiente
O solado é a base do desempenho do calçado de segurança. Ele influencia aderência, estabilidade, conforto, absorção de impacto, resistência à abrasão e durabilidade.
Solado PU/PU
É uma opção versátil para uso geral. A camada de menor densidade ajuda no conforto e na absorção de impacto. A camada externa mais densa contribui para resistência e durabilidade.
Solado PU/TPU
É indicado quando a operação exige maior desempenho em aderência, resistência ao desgaste e estabilidade em superfícies desafiadoras.
Solado de borracha nitrílica
É indicado para ambientes mais agressivos, especialmente quando há calor por contato, óleos, combustíveis, abrasão intensa ou exposição a condições extremas.
Ao identificar o calçado, procure informações sobre o material do solado e suas siglas. Em áreas com piso escorregadio, SRC costuma ser um requisito importante. Em ambientes de alta temperatura, HRO e HI devem ser avaliados. Em oficinas e manutenção, FO pode fazer diferença.
Confira o cabedal e a resistência à água
O cabedal é a parte superior do calçado. Ele pode ser feito de couro, microfibra ou outros materiais técnicos.
Ambientes secos, úmidos, químicos, externos ou com higienização frequente exigem cabedais diferentes. Por isso, observe:
- Resistência do material.
- Respirabilidade.
- Tipo de acabamento.
- Facilidade de limpeza.
- Resistência à penetração e absorção de água.
- Presença de siglas como WRU ou WR.
Couros hidrofugados e microfibras técnicas podem ser decisivos em frigoríficos, indústria alimentícia, áreas úmidas, limpeza industrial e logística externa.
Escolha o tipo de fechamento adequado
O fechamento também ajuda a identificar se o calçado combina com a rotina do usuário.
Elástico
Indicado para praticidade, agilidade no calce e atividades com menor risco de torção. É muito usado em áreas industriais leves, logística e operações que exigem rapidez.
Cadarço
Permite ajuste mais preciso ao formato do pé. Pode ser melhor para atividades com deslocamento intenso, terrenos irregulares, necessidade de firmeza e suporte.
Velcro
Facilita o calce e pode ser interessante para ambientes que exigem praticidade ou adaptações específicas.
O fechamento não define sozinho o nível de proteção, mas influencia segurança, conforto e adesão ao uso.
Não ignore conforto e numeração
Um calçado tecnicamente correto, mas desconfortável, tende a gerar baixa adesão. O trabalhador pode afrouxar, adaptar, remover palmilhas ou evitar o uso correto.
Para identificar se o calçado está adequado ao usuário, avalie:
- Numeração correta.
- Espaço adequado para os dedos.
- Ajuste firme no peito do pé.
- Ausência de pontos de pressão.
- Palmilha interna confortável.
- Forração sem atrito excessivo.
- Boa absorção de impacto.
- Estabilidade ao caminhar.
A medição deve considerar o pé maior, o comprimento, a largura e o horário do dia. Em geral, o fim do dia é mais adequado para medir, pois os pés tendem a estar mais dilatados.
No caso dos calçados Safetline, a orientação técnica é utilizar a numeração habitual do usuário, como em calçados sociais ou esportivos. A ideia de comprar sempre um número maior não deve ser aplicada sem critério, porque folga excessiva também gera risco.
Como identificar um calçado inadequado para uso
Mesmo um bom calçado precisa ser substituído quando perde suas características de proteção.
Fique atento a sinais como:
- Solado descolando, rachado ou com desgaste excessivo.
- Cabedal rasgado, cortado ou deformado.
- Biqueira exposta ou amassada por impacto.
- Palmilha interna deformada.
- Perda de aderência.
- Costuras rompidas.
- Entrada de água em modelo que deveria resistir à umidade.
- Mau odor persistente, fungos ou excesso de umidade interna.
- Marcação do CA ilegível.
- Produto sem rastreabilidade ou sem manual de instruções.
Também observe sinais de hidrólise em solados de PU armazenados de forma inadequada, como esfarelamento, rachaduras ou desintegração. Armazenar corretamente reduz esse risco.
Checklist para identificar um calçado de segurança antes da compra
Use este checklist em compras técnicas, homologações e renovações de EPI:
- O risco da atividade foi mapeado?
- O modelo possui CA?
- O CA corresponde ao fabricante e ao modelo real?
- As siglas de proteção atendem ao risco?
- O produto possui marcações permanentes?
- A biqueira é adequada ao risco de impacto?
- Existe palmilha antiperfuro quando há risco no solo?
- O solado atende ao piso e ao ambiente?
- O cabedal suporta umidade, produtos químicos ou abrasão quando necessário?
- A numeração foi validada corretamente?
- O trabalhador testou o ajuste e o conforto?
- O manual de instruções acompanha o produto?
- As condições de armazenamento foram respeitadas?
- O fornecedor oferece suporte técnico?
- O custo foi avaliado pelo ciclo de vida, não apenas pelo preço de compra?
Esse checklist reduz erros de especificação e ajuda a comprar um EPI que realmente protege.
Por que escolher um calçado Safetline?
A escolha do calçado de segurança certo exige confiança no fabricante. A Safetline atua há mais de 50 anos no setor e desenvolve calçados com foco em proteção, conforto, durabilidade e rastreabilidade.
Entre os diferenciais da marca estão:
- Produção com tecnologias industriais avançadas.
- Injeção direta de solados em máquinas Desma.
- Costura programada com máquinas Durkopp Adler.
- Desenvolvimento em 3D e prototipagem.
- Curtume próprio Pelcrust para maior controle de matéria-prima.
- Controle de qualidade em diferentes etapas da produção.
- Linhas para diferentes riscos, como alta temperatura, umidade, frio, metatarso, perfuração e escorregamento.
- Produtos com identificação técnica e rastreabilidade.
Para empresas, isso significa mais previsibilidade na compra, maior segurança em auditorias e melhor suporte na escolha do EPI adequado.
Conclusão: identificar corretamente é comprar melhor e proteger mais
Identificar um calçado de segurança é uma decisão técnica. CA, siglas, biqueira, solado, cabedal, rastreabilidade e conforto precisam ser avaliados juntos.
O melhor calçado não é simplesmente o mais barato ou o mais robusto. É aquele que entrega a proteção certa para o risco certo, com conforto suficiente para uso contínuo e conformidade para a empresa.
Se a sua equipe precisa escolher, homologar ou substituir calçados de segurança, conte com a Safetline para encontrar o modelo mais adequado à atividade. Fale com a nossa equipe e receba orientação técnica para comprar com mais segurança, reduzir erros de especificação e proteger melhor cada trabalhador.
Perguntas frequentes sobre como identificar um calçado de segurança
Como saber se um calçado de segurança é aprovado?
Verifique o número do CA, consulte o certificado no sistema oficial do MTE e confira se o fabricante, o modelo e as proteções descritas correspondem ao produto comprado.
Onde fica o CA no calçado de segurança?
O CA pode aparecer em etiqueta interna, gravação no solado, lateral ou outra área definida pelo fabricante. O importante é que a identificação seja legível e corresponda ao modelo.
Todo calçado de segurança tem biqueira?
O calçado de segurança, na classificação SB, possui biqueira resistente a impacto de 200 J. Já calçados ocupacionais não possuem biqueira de segurança, pois são voltados a riscos leves.
Qual a diferença entre OB e SB?
OB indica calçado ocupacional básico, usado em ambientes sem risco relevante de queda de objetos sobre os dedos. SB indica calçado de segurança básico, com biqueira de proteção contra impacto.
O que significa SRC no calçado de segurança?
SRC indica resistência ao escorregamento em dois tipos de ensaio: piso cerâmico com solução detergente e piso de aço com glicerina. É uma sigla importante para ambientes úmidos, oleosos ou escorregadios.
O que significa P no calçado de segurança?
A sigla P indica resistência à perfuração. Ela é importante em obras, manutenção, metalurgia e locais onde há pregos, arames, vidros ou objetos pontiagudos no solo.
CA vencido impede o uso do calçado?
Para aquisição, o CA precisa estar válido. Depois de adquirido, a empresa deve observar as condições de uso, armazenamento, conservação e validade informadas pelo fabricante. Sempre avalie com o setor de segurança do trabalho.
Quando trocar o calçado de segurança?
Troque quando houver desgaste excessivo, solado danificado, cabedal rasgado, biqueira comprometida, perda de aderência, deformação, mau ajuste ou qualquer sinal de que a proteção foi reduzida.
Como identificar se o calçado é adequado para eletricista?
Procure por SI ou OI no EPI. Verifique se o modelo é indicado para risco elétrico, se não possui componentes incompatíveis com a aplicação e se o CA descreve a proteção correta. Para atividades elétricas, a escolha deve ser validada tecnicamente.
Conforto também deve ser avaliado?
Sim. Conforto influencia o uso correto do EPI. Um calçado desconfortável pode gerar dores, fadiga, baixa adesão e risco de acidentes. Segurança e conforto devem caminhar juntos.
